http://g1.globo.com/revolta-arabe/
Vale a pena ler sobre o assunto de uma forma completa!
Abraços e bons estudos,
Professor Fernando Müller.
Blog criado pelo professor FERNANDO MÜLLER para orientar alunos e pessoas interessadas na aprovação em concursos públicos nas disciplinas de Atualidades, Conhecimentos Contemporâneos e Conjuntura, Estrutura e Previdência. Dedicado a pessoas dispostas a tirarem suas dúvidas, debaterem idéias e apresentar sugestões. Homens e mulheres interessados em superarem suas dúvidas e medos, fazendo da vitória nos concursos um estilo de vida, a vida de quem vence porque enfrenta os desafios.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Entenda a crise na Líbia
Entenda a crise na Líbia
País enfrenta protestos que já derrubaram presidentes de Egito e Tunísia.
Muammar Kadhafi, que está no governo desde 1969, diz que só sai morto.
A Líbia é o terceiro país da região conhecida como mundo árabe a enfrentar uma onda de revolta popular que pode culminar com o fim do regime do presidente, o ditador Muammar Kadhafi, no poder há quase 42 anos.
Antes da Líbia, a onda de protestos em países no Oriente Médio e norte da África, inspirados no levante que derrubou o presidente da Tunísia, Zine El Abidine Ben Ali, também provocou a renúncia do presidente do Egito, Hosni Mubarak, que estava havia 30 anos no poder. Os protestos se espalham também por Jordânia, Iêmen, Argélia, Mauritânia, Marrocos, Sudão e Omã.
Antes da Líbia, a onda de protestos em países no Oriente Médio e norte da África, inspirados no levante que derrubou o presidente da Tunísia, Zine El Abidine Ben Ali, também provocou a renúncia do presidente do Egito, Hosni Mubarak, que estava havia 30 anos no poder. Os protestos se espalham também por Jordânia, Iêmen, Argélia, Mauritânia, Marrocos, Sudão e Omã.
No caso da Líbia, os protestos iniciaram no leste do país, onde a popularidade do ditador é historicamente mais baixa. As cidades de Benghazi, segunda maior do país e epicentro dos protestos, Tobruk e Derna, já foram tomadas por oposicionistas. Mas cidades mais próximas à capital Trípoli, como Minsratah e Zawiya também já estariam sob controle dos rebeldes, segundo jornalistas e moradores. O comando está na mão de "conselhos populares" que foram se formando ao longo dos últimos dias.
Nesta região, limitada ao norte pelo Mediterrâneo e ao sul pelo deserto, ficam as preciosas jazidas de petróleo que respondem por mais da metade do PIB do país, o 12º maior exportador do mundo.
Na capital, Trípoli, onde o acesso da imprensa foi proibido, a dura repressão às manifestações provocaram protestos de diversos países do mundo, além da ONU e organizações de direitos humanos.
Na capital, Trípoli, onde o acesso da imprensa foi proibido, a dura repressão às manifestações provocaram protestos de diversos países do mundo, além da ONU e organizações de direitos humanos.
O número de vítimas desde o início da violenta repressão aos protestos é incerto. O governo deu um balanço de 300 mortos. A Ong Federação Internacional de Direitos Humanos falou em 640. Mas outros relatos falam em milhares de mortos nos enfrentamentos abertos entre tropas e manifestantes.
Em pronunciamentos transmitidos pela TV estatal líbia, Kadhafi já disse que só deixará o país morto, “como um mártir”. Além disso, afirma que os manifestantes antigoverno estão à serviço do líder da rede terrorista da al-Qaeda, Osama bin Laden, que estariam tomando drogas alucinógenas e sendo manipulados.Golpe levou ao poder
Kadhafi está no poder desde que depôs o rei Idris I, em 1969, em um golpe de estado sem derramamento de sangue, quando tinha 27 anos. Em 1977, ele criou o conceito de “Jamahiriya” ou “Estado das massas”, em que o poder é exercido através de milhares de “comitês populares”.
Seu “Livro Verde”, que costuma ler durante os discursos e serve de Constituição do país, foi publicado nos anos 70 e resume seu sistema de “democracia islâmica”, apresentada como uma alternativa nacional ao socialismo e ao capitalismo, combinada com aspectos do islamismo.

MAPA LÍBIA MAIS CIDADES VALE ESTE (Foto: Arte/G1)
Com fama de extravagante e nacionalista, o ditador líbio costuma dormir em uma barraca beduína durante suas viagens internacionais e não dispensa a sua guarda feminina, entre as quais, segundo despachos vazados pelo WikiLeaks, uma “voluptuosa loira” que o acompanha em todos os deslocamentos.
Exotismos à parte, foi um político habilidoso em tirar o país do isolamento diplomático na última década. Nos anos 80, seu regime apoiou grupos terroristas como o Setembro Negro, que assassinou atletas israelenses nas Olimpíadas de Munique e o grupo separatista basco ETA, acusado de centenas de mortes na Espanha.
Kadhafi também negou a extradição do terrorista líbio Abdel Basset al Megrahi, que em 1988 foi acusado de colocar uma bomba num voo da PanAm que explodiu na Escócia, matando 270 pessoas.
Nos anos 90, assumiu responsabilidade pelo ataque ao voo e pagou indenização aos familiares das vítimas, pondo fim a anos de sanções da ONU (Organização das Nações Unidas). Em 2003, foi tirado da relação de países com ligações com terroristas pelo então presidente dos EUA, George W. Bush.
Exotismos à parte, foi um político habilidoso em tirar o país do isolamento diplomático na última década. Nos anos 80, seu regime apoiou grupos terroristas como o Setembro Negro, que assassinou atletas israelenses nas Olimpíadas de Munique e o grupo separatista basco ETA, acusado de centenas de mortes na Espanha.
Kadhafi também negou a extradição do terrorista líbio Abdel Basset al Megrahi, que em 1988 foi acusado de colocar uma bomba num voo da PanAm que explodiu na Escócia, matando 270 pessoas.
Nos anos 90, assumiu responsabilidade pelo ataque ao voo e pagou indenização aos familiares das vítimas, pondo fim a anos de sanções da ONU (Organização das Nações Unidas). Em 2003, foi tirado da relação de países com ligações com terroristas pelo então presidente dos EUA, George W. Bush.
Em 2008, a ONU aceitou que o país participasse do Conselho de Segurança como membro não permanente e em 2010 a Líbia foi eleita para o Conselho de Direitos Humanos da organização.
Economia
Economia
O fim do isolamento também impulsionou ainda a economia do país, atraindo investidores estrangeiros e grandes petroleiras, como a BP e a Exxon Mobil. Algumas destas empresas já estão retirando funcionários do país.
Analistas temem que a intensificação dos protestos possa interromper o fornecimento de petróleo e gás natural para países europeus, o que poderia provocar uma crise com potencial para desestabilizar a economia global.
Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), a Líbia cresceu 10,6% ano passado, e a previsão é de que venha a crescer cerca de 6,2% em 2011. Mas uma das principais razões por trás dos protestos é que essa riqueza não está chegando à população.
Cerca de um terço dos líbios vive na pobreza. Alguns dos problemas apontados pelos manifestantes que pedem o fim do regime de Kadhafi sãos os mesmos dos jovens egípcios: alto desemprego, alto preço dos alimentos, importação da maior parte dos alimentos necessários ao abastecimento e gastos exorbitantes com arsenal militar.
Veja os quadros em baixo da reportagem "Os levantes do mundo árabe". Bem legal!
(Fonte: site G1).
Abraços e bons estudos!
Abraços e bons estudos!
Professor Fernando Müller.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Relembre os acidentes nucleares de Chernobyl e Césio 137 - Vale conferir!
Relembre os acidentes nucleares de Chernobyl e Césio 137
O mundo está em alerta novamente por causa das explosões na usina de Fukushima, no Japão, depois de um grande terremoto que atingiu o país.http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1653950-17665,00-RELEMBRE+OS+ACIDENTES+NUCLEARES+DE+CHERNOBYL+E+CESIO.html
Abraços e bons estudos,
Professor Fernando Müller.
A tragédia do Japão - Estado de São Paulo.
A tragédia do Japão
15 de março de 2011 | 0h 00
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110315/not_imp692053,0.php
Visto do alto, é desolador o cenário do que restou das cidades da costa nordeste do Japão atingidas pelo tsunami, com ondas de até 10 metros de altura, que se seguiu ao pior terremoto já registrado no país. Vistos do solo, os efeitos do desastre natural são ainda mais chocantes, pois, em meio à impressionante devastação causada pela força incontrolável das águas, surgem as tragédias pessoais.
Nação rica, que nos últimos anos - sobretudo depois do terremoto de Kobe, em 1995 - investiu pesadamente no aperfeiçoamento dos sistemas de detecção, prevenção e socorro para reduzir os danos de terremotos e maremotos, o Japão é considerado o país mais bem preparado do mundo para enfrentar catástrofes naturais. A população sabe como agir nos casos graves. Sistemas públicos de alerta são frequentemente testados e respeitados pela população. Os grandes edifícios são construídos de acordo com técnicas que lhes permitem absorver os choques causados por fortes terremotos.
Ainda assim, o tsunami de sexta-feira arrastou, como brinquedos, automóveis, caminhões, contêineres, navios, casas e destruiu cidades inteiras. E ninguém sabe ainda quantos milhares de pessoas estão sepultadas sob a lama e os escombros produzidos pelo tsunami. Por enquanto, foram contados perto de 2 mil mortos. Centenas de milhares de pessoas perderam suas casas e estão abrigadas precariamente em escolas e outros edifícios públicos.
Em algumas regiões não há luz e o transporte público continua inoperante. As comunicações continuam precárias. Não há ainda estimativas confiáveis dos prejuízos materiais, que devem alcançar algumas dezenas de bilhões de dólares.
Os sérios danos sofridos pela maior usina nuclear do país, a de Fukushima, acrescentaram aos problemas já enfrentados pelo Japão o risco de uma tragédia comparável à ocorrida em Chernobyl, na Ucrânia (então parte da União Soviética), há 25 anos. Também neste caso, as consequências já teriam sido muito piores do que as registradas até agora se técnicas na época consideradas adequadas de prevenção de desastres não tivessem sido empregadas nessa usina, inaugurada no fim da década de 1960. O governo japonês vem procurando proteger as populações mais sujeitas a riscos de contaminação e tranquilizar os demais cidadãos a respeito de uma catástrofe nuclear.
Quaisquer que sejam seus resultados, o acidente de Fukushima - que pode se repetir em outra central nuclear, em Onagawa, mais ao norte - provoca dúvidas sobre o nível de segurança das usinas nucleares e deve estimular o debate internacional sobre a necessidade de tornar mais confiáveis essas centrais, que respondem por 30% da energia elétrica consumida no Japão - em alguns países da Europa têm papel ainda mais destacado.
Para a economia japonesa, a tragédia emerge num momento em que surgiam sinais de recuperação. A destruição foi tão grande na costa nordeste do país que paralisou as operações de importantes indústrias, como montadoras de automóveis, fábricas de motores, siderúrgicas, indústria eletrônica. Essas empresas abastecem o mercado interno, mas também fornecem para outras indústrias no exterior, motivo pelo qual tendem a estender para outros países os problemas da economia japonesa.
Certamente, as consequências teriam sido muito piores se o epicentro do terremoto mais forte registrado na sexta-feira, de 9 graus na escala Richter - e que provocou o tsunami -, estivesse localizado próximo a centros urbanos de outros países, e não, como neste caso, a 130 quilômetros da cidade de Sendai, na província de Miyagi. Mas, por suas dimensões, o que mais assusta na tragédia vivida pelo Japão é o fato de ela não deixar dúvidas de que, por mais bem preparado que esteja um país e por mais bem treinada que esteja sua população, é limitada a capacidade humana para conter os efeitos dos desastres naturais.
A pronta reação do governo japonês, com a cooperação da oposição, e a comovente solidariedade internacional - com o imediato envio de pessoal especializado em busca e socorro, equipamentos e alimentos - aliviam um pouco o drama de uma população traumatizada pela extensão da tragédia desencadeada pela natureza.
Abraços e bons estudos,
Professor Fernando Müller.
Tragédia no Japão evoca Chernobyl, pior acidente nuclear da história
Tragédia no Japão evoca Chernobyl, pior acidente nuclear da história
Governo da Ucrânia abre a área para a visitação pública, e a equipe de reportagem do Bom Dia Brasil fez parte de uma das primeiras excursões.
O medo de um acidente nuclear faz lembrar uma tragédia. Há 25 anos, uma explosão na usina de Chernobyl, na atual Ucrânia, deixou milhares de mortos. Hoje a região é uma cidade-fantasma.
São 74 anos de idade e 25 de luta contra as consequências de uma tragédia. Ilga Rhscovsky assistiu à morte do marido, de um filho, de dois netos e de muitos amigos, todos vítimas do maior desastre nuclear da história. Ilga é uma das 16 mães de Chernobyl, mulheres que, sem ter para onde ir, resistiram à ordem do então governo soviético de abandonar a área contaminada. Inexplicavelmente saudável, ela é uma testemunha viva de um passado que insiste em reviver.
Foi no dia 26 de abril de 1986. Uma falha no resfriamento fez o reator número 4 superaquecer até explodir. A radiação foi 200 vezes maior do que a das bombas de Hiroshima e Nagasaki juntas. Ar, terra e água foram contaminados, mas a população de Chernobyl só foi orientada a sair 30 horas depois do acidente. Pelos números oficiais do então governo soviético, 15 mil pessoas morreram. Organizações não governamentais garantem que foram, pelo menos, 80 mil vítimas.
Do velho reator, sobraram 100 toneladas de lixo nuclear derretido. O material é tão radioativo que até as câmeras-robôs, usadas na época para filmar o interior da usina, pararam de funcionar. Mesmo assim, um exército de operários, sem equipamento apropriado, trabalhou durante seis meses na construção do chamado “sarcófago”, uma gigantesca estrutura de isolamento. Nenhum trabalhador sobreviveu.
Vinte e cinco anos depois, o governo da Ucrânia abriu a área para a visitação pública, e a equipe de reportagem do Bom Dia Brasil fez parte de uma das primeiras excursões. O “check point”, controlado pela polícia e pelo Exército da Ucrânia, fica na entrada da área de exclusão, ou seja, a área contaminada. Todas as pessoas devem mostrar o passaporte. Só entra quem tem permissão do governo ucraniano.
Tudo é desolação e abandono, com casas e edifícios que abrigavam famílias inteiras, cerca de 50 mil pessoas. De uma hora para outra, Chernobyl virou uma cidade-fantasma. É essa história que motiva o chamado “turismo atômico”.
“É interessante ver com os próprios olhos. A gente ouviu falar disso durante 25 anos, mas só aqui é possível se dar conta do poder dessa energia”, disse um turista americano.
Os níveis de radiação, ainda dez vezes acima do normal, só permitem a permanência por 15 minutos perto do velho reator. É tempo suficiente para algumas fotos e muita reflexão. “Isso aqui é um exemplo para a humanidade. Um exemplo do que pode dar errado e deve ser evitado”, opinou um turista.
Ao lado da escola abandonada às pressas, o parque de diversões permanece intacto. Seria inaugurado no 1º de maio, cinco dias depois da tragédia. Jamais uma criança brincou, nem vai brincar.
Abraços e bons estudos,
Professor Fernando Müller.
terça-feira, 15 de março de 2011
Tragédia no Japão
Um forte terremoto de magnitude 8,9 (atualizado: 9 pontos) atingiu nesta sexta-feira (11) a costa nordeste do Japão, segundo o Serviço Geológico dos EUA (USGS), matando ao menos 60 pessoas no país e gerando um tsunami (onda gigante com potencial destrutivo) que ameaça países da costa do Oceano Pacífico.
O tremor foi o 7º pior da história (atualizado: quinto maior da história), segundo a agência americana, e também o pior já registrado na história do Japão.
Imagens de TVs locais mostram que o abalo provocou um tsunami, que alcançou áreas da cidade japonesa de Sendai. Carros e barcos foram arrastados, em imagens impressionantes. Um vídeo da TV local mostrou a onda gigante arrastando carros em sua chegada à costa.
Imagens de TVs locais mostram que o abalo provocou um tsunami, que alcançou áreas da cidade japonesa de Sendai. Carros e barcos foram arrastados, em imagens impressionantes. Um vídeo da TV local mostrou a onda gigante arrastando carros em sua chegada à costa.
Logo após o tremor, um alerta para ondas de até seis metros de altura foi emitido no país. O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico, agência americana, também emitiu um alerta para vários países, de onda de até dez metros. Vários governos emitiram alertas e alguns ordenaram a retirada de moradores de áreas costeiras.
Ondas "pequenas" atingiram as Filipinas horas depois do terremoto, informou o sismólogo chefe do país.
A Indonésia também informou que não houve danos na chegada das ondas, e o governo levantou o alerta. A ilha de Guam, território americano do Pacífico, já levantou o alerta.
As ondas alcançaram 1,5 metro nas ilhas Midway, segundo o centro. A estação de monitoração disse que era impossível prever a altura das ondas que já começavam a chegar ao Havaí, segundo a TV local.
60 mortes no Japão
A Polícia Nacional afirmou que pelo menos 60 pessoas morreram, 56 estavam desaparecidas e 241 ficaram feridas, mas os danos eram tão grandes que iria demorar para se ter uma cifra definitiva. A imprensa local fala em muitas mais mortes registradas. A agência semioficial Jiji Press relatava que entre 200 e 300 corpos foram achados na costa da cidade de Sendai.
A Polícia Nacional afirmou que pelo menos 60 pessoas morreram, 56 estavam desaparecidas e 241 ficaram feridas, mas os danos eram tão grandes que iria demorar para se ter uma cifra definitiva. A imprensa local fala em muitas mais mortes registradas. A agência semioficial Jiji Press relatava que entre 200 e 300 corpos foram achados na costa da cidade de Sendai.
Ainda não havia informações sobre vítimas brasileiras, segundo o embaixador do Brasil no país. Moram na região próxima ao epicentro pelo menos 17 mil brasileiros, segundo a embaixada, que colocou à disposição telefones para informações.
O tremor teve epicentro no Oceano Pacífico a 130 km da península de Ojika, no Japão, a uma profundidade de 24 km, considerada baixa.
Ele ocorreu às 14h46 (hora local, 2h46 de Brasília) e foi seguido por pelo menos outros 52 fortes tremores de magnitude superior a 5, segundo o USGS, agência americana que monitora e estuda tremores pelo mundo. O governo japonês emitiu um alerta sobre o risco de fortes réplicas.
Premiê pede calma
O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, qualificou como "grandes" os danos causados pelo abalo. Kan pediu "calma" à população. Ele estava no Parlamento na hora do tremor.
O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, qualificou como "grandes" os danos causados pelo abalo. Kan pediu "calma" à população. Ele estava no Parlamento na hora do tremor.
Foram registrados incêndios em pelo menos 80 lugares, segundo a agência Kyodo.
O terremoto sacudiu com força os edifícios de Tóquio. Alarmes foram disparados nos prédios, houve correria, e as linhas telefônicas ficaram bloqueadas.
O terremoto sacudiu com força os edifícios de Tóquio. Alarmes foram disparados nos prédios, houve correria, e as linhas telefônicas ficaram bloqueadas.
O Shinkansen, o trem-bala da capital japonesa, e os dois principais aeroportos ficaram temporariamente fechados.
As autoridades japonesas pediram aos moradores da capital que fiquem no centro da cidade e que não tentem chegar a suas casas se vivem nos arredores. O transporte coletivo entrou em colapso na capital.
A parede de água entrou quilômetros adentro pela costa da ilha de Honshu, arrastando casas e transformando os portos em cenários de desoladora devastação.
Nas áreas rurais próximas, a onda varreu as frágeis casas de madeira como se fossem de papel, e em questão de minutos devorou centenas de hectares de plantações.
Em Aomori, no extremo norte da ilha, pelo menos cinco embarcações grandes, algumas emborcadas de cabeça para baixo, foram levadas pelas águas.
Algumas foram paradas por árvores, outras, por conjuntos de lojas ou barreiras marítimas.
Em Ibaraki, era possível ver do alto grandes casas flutuando pela enchente, cercadas por dezenas de carros.
Um navio com 100 pessoas a bordo foi virado pelo tsunami na costa, segundo a agência Kyodo. Ainda não se sabia o destino dos passageiros
As autoriades japonesas disseram que um trem de passageiros desapareceu depois da passagem do tsunami, informou a Kyodo.
O trem da East Japan Railway Co. se encontrava perto da estação de Nobiru, no percurso que liga Sendai a Ishinomaki, quando ocorreu o violento terremoto.
Chile
Em 27 de fevereiro do ano passado, um tremor de magnitude 8,8 atingiu o Chile e deixou mais de 800 mortos. O terremoto no Chile, considerado então o quinto maior da história, ocorreu durante a madrugada e também causou tsunamis. O epicentro foi a 35 km de profundidade.
Interessante ver as fotos da Tragédia no Japão:
Abraços e bons estudos,
Professor Fernando Müller.
Forte terremoto atinge a costa nordeste do Japão e gera tsunami
Ao menos 60 morreram no país, e costa do Pacífico teme ondas gigantes.
Abalo de magnitude 8,9 é o 7º maior da história, segundo agência dos EUA. (correção: magnitude de 9 pontos e passou a ser o 5º maior da história).
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