Atenção aos meus alunos,
Enviei para os emails cadastrados (turmas e alunos que me enviaram a solicitação). Novas reportagens escaneadas pra vcs!
Bons estudos!
Professor Fernando Müller
Passei em Atualidades
Blog criado pelo professor FERNANDO MÜLLER para orientar alunos e pessoas interessadas na aprovação em concursos públicos nas disciplinas de Atualidades, Conhecimentos Contemporâneos e Conjuntura, Estrutura e Previdência. Dedicado a pessoas dispostas a tirarem suas dúvidas, debaterem idéias e apresentar sugestões. Homens e mulheres interessados em superarem suas dúvidas e medos, fazendo da vitória nos concursos um estilo de vida, a vida de quem vence porque enfrenta os desafios.
quinta-feira, 29 de março de 2012
Protestos na Espanha contra o desemprego e plano do governo
Alunos: atenção para a parte em destaque no texto.
Manifestantes e policiais se enfrentam durante greve geral na Espanha
Jovens atearam fogo em cafeteria e contêineres de lixo e entraram em confronto com a polícia, que se viu cercada e teve de recuar
29 de março de 2012 | 16h 06
BARCELONA - Apesar de a greve geral contra as medidas de austeridade e o alto nível de desemprego na Espanha terem iniciado de forma pacífica, os confrontes de rua tornaram-se violentos em algumas regiões. Por volta das 18h30 (13h30 no Brasil), manifestantes e policiais se enfrentaram na esquina da rua San Pere com o Passeio de Gracia, no centro de Barcelona. O clima ficou tenso depois de um grupo de pessoas atear fogo em contêineres de lixo e impedir o acesso dos furgões da equipe antidistúrbios.
Os policiais foram cercados pelos dois lados da rua e tiveram de recuar em razão da ofensiva dos manifestantes. Eles usaram pedras e bombas para coagir os guardas. Houve correria e algumas pessoas tentaram se abrigar nos vãos das portas de hotéis e lojas.
Pouco antes, um restaurante foi obrigado a fechar as portas diante da ameaça de vandalismo de uma parte dos indignados. Jovens também atearam fogo em uma cafeteria, próxima ao local de enfrentamento. Por toda a cidade é possível ver entidades bancárias quebradas. O jornal espanhol El Mundo falou em "outra batalha campal" no centro de Barcelona.
Às 20h22, a polícia usou balas de borracha para dispersar os manifestantes e os confrontos se intensificaram. Trinta e oito pessoas foram detidas na Catalunha até o memento.
A indústria automotiva da Espanha, que está concentrada na Catalunha, parou. Operários não foram trabalhar nas fábricas das montadoras SEAT e Nissan, segundo o El Mundo. Os metalúrgicos protestam contra a reforma trabalhista defendida pelo primeiro-ministro Mariano Rajoy, de centro-direita.
A greve geral, convocada pelos dois maiores sindicatos espanhóis, deve continuar até a meia-noite do horário local.
Madri
Nas ruas do centro de Madri havia um pouco mais de trânsito do que o normal, já que mais pessoas usaram seus carros para ir para o trabalho. O governo regional da capital entrou num acordo com as operadores de transporte público para que operassem com no mínimo 30% de sua capacidade. Em Madri, a Prefeitura disse que a adesão à greve foi de 26% do funcionalismo público, de acordo com o jornal El País.
Na estação de metrô e trem Sol havia menos atividade do que de costume. Lidia Castillo, garçonete de um restaurante próximo, disse que havia menos pessoas do que o normal no trem, que a trouxe do subúrbio de Villaverde. Segundo ela, os trens passam em intervalos de 20 a 30 minutos, em vez dos 10 a 15 minutos habituais.
Grupos de manifestantes pacíficos apitavam e agitavam bandeiras. Um pequeno grupo parou em frente a um café e colou adesivos na vitrine, antes de um garçom sair e mandá-los embora. "Greves não resolvem nada", disse o garçom Andres.
Em outras partes de Madri, seis policiais ficaram levemente feridos em confrontos com grupos sindicais e manifestantes contrários às políticas de austeridade, informou um porta-voz do Ministério do Interior. Manifestantes bloquearam estradas na Catalunha e em Valência, no leste do país, e fecharam parques industriais em Zaragoza, no norte, de acordo com uma associação de empresas de transporte.
A lei de reforma trabalhista tem como objetivo tornar mais fácil para as empresas demitir e contratar funcionários e é vista pelo governo com uma forma de reduzir a taxa de desemprego no país, que é de 23% e a maior da zona do euro. O projeto foi saudado por autoridades da União Europeia. O governo espanhol diz que se trata do mais importante projeto aprovado neste ano, mas os sindicatos afirmam que ela vai resultar numa taxa de desemprego ainda maior.
terça-feira, 27 de março de 2012
Outros assuntos de prova e suas relações com o passado
Questão Nuclear:
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/03/obama-se-compromete-a-reduzir-arsenal-nuclear-e-adverte-pyongyang-e-ira.html
Terrorismo na França:
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/03/sarkozy-quer-acelerar-expulsao-de-extremistas.html
Abraços,
Professor Fernando Müller
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/03/obama-se-compromete-a-reduzir-arsenal-nuclear-e-adverte-pyongyang-e-ira.html
Terrorismo na França:
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/03/sarkozy-quer-acelerar-expulsao-de-extremistas.html
Abraços,
Professor Fernando Müller
Materia de prova - CAIXA 2012
Um bom assunto de prova! Leia e reflitam!
Abraços,
Professor Fernando Müller
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Expectativas durante a COP 17 na África do Sul - 2011.
COP 17 começa na África do Sul e pode definir futuro do Protocolo de Kyoto
Nações emergentes querem prorrogar o acordo; outros países alegam que responsabilidade pela redução nas emissões deve atingir aos grandes emissores, como China e EUA.
São Paulo - Começou nesta segunda-feira, em Durban, a Conferência sobre Mudanças Climáticas da ONU. A reunião conta com autoridades de 190 países que, durante os próximos 11 dias, irão discutir estratégias e possíveis acordos para reduzir o aquecimento global.
A maré começou com uma matéria no diário italiano La Stampa sobre um plano de resgate do Fundo Monetário Internacional (FMI) de até 600 bilhões de euros para a Itália. O Fundo negou as informações posteriormente. O mercado também repercutia as informações sobre a criação de bônus por países com nota máxima na dívida (AAA) dentro da zona do euro --também desmentidas, neste caso pelo Ministério das Finanças da Alemanha. O que havia de concreto, por ora, era a negociação entre os países da zona do euro pelo aumento da união fiscal dentro da União Europeia. "O mercado está farejando algo mas não está enxergando nada", escreveu a equipe de análise da Brown Brothers Harriman sobre o aumento do apetite por risco.
Apesar dos desmentidos, o otimismo ajudava o índice global de ações a subir após 10 dias consecutivos de desvalorização.
O Banco Central Europeu (BCE) não mostrou sinais de estar cedendo às pressões políticas para ampliar as compras de bônus, com dados mostrando que as aquisições cresceram apenas ligeiramente a 8,6 bilhões de euros na semana passada.
As projeções econômicas ainda eram pessimistas. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) afirmou que a recuperação global está perdendo ritmo, deixando a zona do euro presa a uma leve recessão e os Estados Unidos com risco de seguir esse caminho.
A OCDE reduziu a expectativa de crescimento do PIB norte-americano em 2012 para 2,0 por cento, ante 3,1 por cento na previsão de maio. Para a zona do euro, a estimativa para 2012 foi cortada a 0,2 por cento, ante 2,0 por cento em maio.
Na agenda local, o relatório Focus do Banco Central (BC) mostrou nova revisão para baixo nas perspectivas para o crescimento: para 2011, o mercado espera que o Produto Interno Bruto (PIB) avance 3,10 por cento, contra 3,16 por cento na semana anterior. A previsão para 2012 caiu para 3,46 por cento, frente a 3,50 por cento no documento anterior.
Abraços,
Professor Fernando Müller.
Fonte: Estadão online.
Fonte: Estadão online.
COP 17 negociações climáticas esbarra em países e na crise econômica
Negociações climáticas em Durban evidenciam abismo político
Países não tem acordo sobre como cortar as emissões de gás carbônico; crise econômica também atrapalha o apoio ao meio ambiente.
Durban, África do Sul - As negociações das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas tiveram início esta segunda-feira em Durban, África do Sul, em meio a indícios de um aprofundamento do abismo político sobre como conter as emissões de carbono.
No topo da agenda está o destino do Protocolo de Kioto, o único pacto global com metas para conter as emissões de gases causadores do efeito estufa, cuja primeira etapa de compromissos expira no fim de 2012.
Também se espera que a conferência leve adiante um "Fundo Climático Verde" com vistas a destinar 100 bilhões de dólares até 2020 a países expostos a seca, inundações, tempestades e mares em elevação, extremos que cientistas preveem que vão piorar este século.
Mas o humor nas negociações tem sido azedado por divisões sobre como dividir o fardo de corte das emissões, enquanto as nuvens negras de uma crise econômica global lançam uma sombra sobre o fundo climático.
"Estamos em Durban com um propósito: encontrar uma solução comum que possa assegurar um futuro para as próximas gerações", declarou Maite Nkoana-Mashabane, ministro sul-africano de Relações Internacionais, que preside o encontro de 194 países e 12 dias de duração.
"Com uma liderança sonora, nada é impossível aqui em Durban", declarou o presidente sul-africano, Jacob Zuma.
Mas a chefe climática da ONU, Christiana Figueres, alertou que as negociações precisavam urgentemente ganhar a confiança pública.
"Esta conferência precisa reassegurar os vulneráveis, todos aqueles que já sofreram e todos aqueles que ainda vão sofrer com as mudanças climáticas, de que uma ação tangível está sendo tomada para um futuro melhor", afirmou.
Figueres mencionou altas e níveis recorde de concentrações de gases causadores do efeito estufa e o número crescente de meios de vida atingidos pelas mudanças climáticas.
"A necessidade de ação nunca foi mais demandada ou realizável", afirmou. "Descobrir uma forma de se avançar nesta complexidade é o desafio desta conferência", acrescentou.
Abraços,
Professor Fernando Müller
Fonte: Estadão online.
Fonte: Estadão online.
OCDE e a crise atual na Europa
OCDE prevê recessão em quatro países da Europa em 2012
Economias de Portugal, Grécia, Hungria e Itália deverão registrar crescimento negativo no próximo ano, estima a organização internacional
São Paulo – A Grécia e Portugal, os dois países mais afetados pela crise de dívida pública na Europa, deverão entrar em recessão já em 2011, para no próximo ano serem acompanhados de Itália e Hungria, previu nesta segunda-feira a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) no relatório “Perspectivas Econômicas”.
Com uma queda do Produto Interno Bruto (PIB) de 6,1% neste ano, a Grécia será o país com pior desempenho nas projeções da OCDE, registrando em 2012 uma contração de 3%. Em segundo lugar aparece Portugal, com a economia atingindo um crescimento negativo de 1,6% em 2011, para no ano seguinte contabilizar uma retração de 3,2%.
No caso de Itália e Hungria, o cenário pode ser até positivo para 2011, com expansão do PIB de 0,7% e 1,5%, respectivamente, mas piora no próximo ano, quando a contração será de 0,5% e 0,6%.
Recado para Itália
Em relatório, a OCDE solicitou ao novo governo na Itália, comandado pelo primeiro-ministro Mario Monti, para que aplique plenamente “as medidas de emergência preparadas pelo governo anterior para atingir o equilíbrio das contas públicas até 2013, colocando em prática reformas estruturais importantes para fortalecer o crescimento econômico”.
Anteriormente, a OCDE estimava que o PIB da Itália fosse crescer 1,6% em 2012. Contudo, diante da crise de dívida pública e dos problemas que afetaram diversas economias na Europa, a projeção caiu para um crescimento negativo de 1,6%.
“O ajuste no orçamento, combinado com uma desaceleração na demanda global e com uma competitividade menor, pesará sobre o crescimento no curto prazo, mas é necessário para assegurar progressos na sustentabilidade orçamentária”, destacou a OCDE.
Projeção global
A organização internacional prevê em relatório um arrefecimento no próximo ano do crescimento econômico em todos os países que compõem a OCDE, com o PIB destas nações recuando de 1,9% em 2011 para 1,6% em 2012. A perspectiva está distante de 2,3% e 2,8% que previa o estudo anterior. Para 2013, a expansão estipulada é de 2,3%.
Fonte: Estadão Online.
Abraços,
Professor Fernando Müller.
domingo, 3 de julho de 2011
Brasil e o IDH Mundial
Brasil ocupa 73ª posição entre 169
países no IDH 2010
Relatório aponta educação de baixa qualidade como principal problema.
A partir deste ano, IDH foi feito com base em novos cálculos e variáveis.
Do G1, em Brasília
O relatório do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para 2010, divulgado nesta quinta-feira (4), mostra o Brasil na 73ª posição entre 169 países. Os cinco primeiros colocados são, pela ordem, Noruega, Austrália Nova Zelândia, Estados Unidos e Irlanda. O cinco últimos são Zimbábue, República Democrática do Congo, Níger, Mali e Burkina Faso.
Como neste ano o IDH sofreu mudanças metodológicas, não é possível comparar a posição do Brasil com as de anos anteriores.
Mas, para se obter uma base de comparação, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) recalculou os dados brasileiros dos últimos dez anos com base na nova metodologia.
Por esse recálculo, o Brasil ganharia quatro posições e registraria crescimento de 0,8% no índice. Em 2010, com a nova metodologia, o IDH brasileiro foi de 0,699, numa escala de 0 a 1. Em 2009, com a metodologia antiga, o Brasil ocupava a 75ª posição no ranking, com IDH de 0,813.
Segundo o relatório deste ano, o IDH do Brasil apresenta "tendência de crescimento sustentado ao longo dos anos".
Mesmo com a adoção da nova metodologia, o Brasil continua situado entre os países de alto desenvolvimento humano, como em 2009.
De acordo com o relatório, o rendimento anual dos brasileiros é de US$ 10.607, e a expectativa de vida, de 72,9 anos. A escolaridade é de 7,2 anos de estudo, e a expectativa de vida escolar é de 13,8 anos.
13,8 anos.
O relatório destaca o "sucesso econômico recente" do Brasil, que desafiou "a ortodoxia do Consenso de Washington", um receituário de medidas liberais no campo econômico. Também são feitas referências positivas aos programas de distribuição de renda brasileiros.
De acordo com o economista Flávio Comim, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no novo IDH "o Brasil continua na sua trajetória, que é uma trajetória muito harmônica, ou seja, o IDH brasileiro vem crescendo igualmente nas três dimensões [saúde, educação e renda]".
De acordo com o relatório, 8,5% dos brasileiros são pobres e "sofrem privação" em saúde, educação e renda. Destes, o principal item, segundo o relatório, é a educação. "O que mais pesa na pobreza é a educação. O novo IDH mostra que é necessário dar mais importância à educação no Brasil", disse Comim.
Educação
Segundo Comim, o novo IDH é mais exigente quando se trata de educação. "Foram introduzidas novas variáveis, uma nova fórmula de cálculo, e, dentro dessa nova fórmula, um padrão mais alto sobre o sistema educacional e a qualidade desse sistema", explicou o economista.
Segundo Comim, o novo IDH é mais exigente quando se trata de educação. "Foram introduzidas novas variáveis, uma nova fórmula de cálculo, e, dentro dessa nova fórmula, um padrão mais alto sobre o sistema educacional e a qualidade desse sistema", explicou o economista.
"Então, não basta mais colocar as crianças e os jovens na escola. Agora, eles têm que estar na série adequada, na série que se espera que eles estejam para que você consiga dar a eles uma oportunidade igual", disse Comim. Segundo ele, "o desafio para o Brasil evoluir ficou maior".
"Com o novo IDH, você tem novos critérios, e é dentro desses novos critérios, que são mais qualitativos, que nós [o Brasil] devemos ser julgados. À medida que você levanta esses novos critérios, a ambição de ter um sistema educacional melhor, um sistema educacional mais justo, fica mais evidente do que era antes. Antigamente, nós tínhamos apenas taxa de matrícula e alfabetização. Hoje, temos um modelo dentro do qual nós estamos esperando que as pessoas estudem mais e com qualidade melhor, e é isso que está sendo refletido no novo IDH", explicou Comim.
Abraços e bons estudos,
Professor Fernando Müller.
http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/11/brasil-ocupa-73-posicao-entre-169-paises-no-idh-2010.html
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Tragédia em Realengo. Reportagem e vídeos
Reportagem sobre a Tragédia em Realengo:
http://g1.globo.com/Tragedia-em-Realengo/noticia/2011/04/como-foi-tragedia-em-realengo.html
Abraços e bons estudos,
Vídeo sobre a tragédia na região serrana (RJ).
Vídeo com ilustrações multimidia, vale a pena ver!
Abraços e bons estudos,
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